Sindicato é pra Lutar!

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Nossos apoios

“O povo foi para as ruas e nós voltamos para as redações sem gritar nossas próprias palavras de ordem. Jornalista também tem direito a condições dignas de trabalho. Eu apoio a chapa 2 porque acredito que sindicato tem que lutar”, Tamara Menezes, repórter da editora Três/Revista Isto É

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“Momento raro de politização desta alma. Espero, de coração, que nóis tudo jornalistas votemos com convicção pra próxima liderança do nosso sindicato, sem a chateação da retórica barata que, quando nos descuidamos, nos contamina. Passo a falar apenas em meu nome: quero um sindicato que me represente; que me compreenda quando eu tiver algum siricutico com relação à minha profissão; que grite por mim quando eu, por força do meu emprego, não possa gritar; que me lembre sempre que jornalista não é mais do que qualquer trabalhador deste país. Por isso tudo, vou sair do armário agora e dizer que Paula Máiran me representa. É nela que votarei porque acho que essa louca é louca o suficiente pra se candidatar, mas também é louca o suficiente pra entender cada angústia que tenho no meu coraçãozinho. Dá teu jeito de ganhar esse raio de eleição, Paula Máiran Aí, Cecilia de Moraes , dá teu jeito de ganhar essa coisa, damn it!!!! A partir de agora, portanto, tô na campanha. Cumpra-se”, Rozane Monteiro, jornalista O Dia.

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“Em 15 anos de formada, nunca tinha pensado em me sindicalizar. quem trabalha em sucursal fica sempre meio no limbo – por muitos anos, o dissídio foi negociado em São Paulo. de uns tempos para cá, passou a valer o acordo coletivo do Rio.  sou sindicalizada desde sexta-feira. o que me fez mudar de ideia, o que me motivou, foi o fato de ter uma pessoa combativa como a Paula Máiran à frente da Chapa 2. conheço a Paula o tanto de tempo que tenho de profissão. sempre admirei seu trabalho, sua coragem, seu caráter. Paula Máiran me representa!”, Clarissa Thomé, jornalista Estadão

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“Não voto na eleição do sindicato de jornalistas, porque não sou sindicalizado. Isso apesar de pagar uma anuidade e de ter de passar por ele em questões trabalhistas, ou seja: me considero sindicalizado. Meu voto seria para Paula Máiran, pessoa correta, íntegra, apaixonada pelo que faz, uma guerreira que merece meu respeito e que vai saber tocar este desafio com muita serenidade. Isso, claro, sem desmerecer a figura de seus oponentes. a quem respeito muito. Porém, a melhor preparada é ela: Força Paulinha!, André Balocco, editor Jornal O Dia

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“A eleição para a posse de nova diretoria no SJPMRJ está próxima. É necessário que seja eleita uma nova diretoria, de fato e de direito, com mudanças que em realidade venham a contemplar a toda categoria. O jornalismo não é uma entidade abstrata, está inserido em um campo de forças às vezes contraditórias, o campo da produção cultural. A informação é um bem cultural que deve ser fornecido a todos independentemente de sua condição social. Em dias de hoje, em tempos envelhecidos de pós-modernidade, a informação passa a ser dirigida conforme interesses financeiros, onde as empresas trabalham em ritmo fabril, uma fabrica de noticias, onde o fechamento, em parte devido às novas tecnologias é feito em ritmo cada vez mais feroz, muitas vezes com uma apuração superficial, onde prevalece o simulacro, em vez do real.. Estamos em uma época de crise do capital, onde a sociedade vai se tornando cada vez mais competitiva, em um desemprego e subemprego que vai destruindo os princípios de solidariedade, de companheirismo. Uma das características dessa fase é o desmantelamento da estrutura sindical, e do espirito associativo, em um individualismo exacerbado onde prevalece a velha “lei de Muricy” aplicada ao extremo: ”cada um por si, em uma luta de todos contra todos”. Eu apoio a chapa 2 Sindicato é pra lutar!, e acredito que é a única que vai promover uma  verdadeira mudança, necessária para oxigenar um sindicato anódino, sem nenhuma ideologia, a não ser atrelado às ideias e às normas dos “donos da mídia”, e por isso mesmo afastado  dos problemas que aparecem no dia a dia.  A chapa 2 é encabeçada pela jornalista Paula Mairan com quem tive o privilégio de trabalhar em mais de uma redação. Paula tem uma trajetória profissional irrepreensível, ao contrário de alguns “sindicalistas”, e reúne inúmeros predicados para conduzir o sindicato a novos rumos, onde o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro volte a ser  um sindicato de todos e para todos, e não apenas de um grupo, que tem se afastado cada vez mais de uma  categoria massacrada pelo sistema atual”, Alcyr Cavalcanti, jornalista, repórter fotográfico  

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“Nesta eleição, os jornalistas do Município do Rio de Janeiro têm uma grande oportunidade de renovar a diretoria do seu sindicato. E a opção é Chapa 2, Sindicato é para lutar. E é isso mesmo, para lutar, pois há muito tempo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro deixou de lutar. Nestes últimos anos houve apenas um revezamento de postos entre os membros da diretoria. Houve um momento em que alguns se desentenderam, apesar de estarem juntos durante todos estes anos. Divergiram, mas não podem ser considerados oposição de fato. Em suma, isso é o passado. Agora é olhar para frente e votar na Chapa 2 para fazer com que o sindicato volte a ser um sindicato na acepção da palavra, combativo, sem composição com o patronato e antenado com a realidade do país, participando das mobilizações dos demais trabalhadores. Desta forma também estaremos dando uma resposta aos movimentos sociais, cujos representantes sempre perguntam: o que é feito do sindicato de vocês? Uma omissão vergonhosa, que deve ser atribuída à direção atual, que além de burocratizada e afastada da própria categoria, desconhece as mobilizações dos movimentos sociais. Por estas e muitas outras, votar na Chapa 2, integrada por figuras representativas da categoria, que tenho certeza de que não fugirão da luta, como a Paula Máiran, Randolpho Souza, Olyntho Contente, Vivian Viríssimo, Camila Marins, Claudia Abreu e tantos outros. Além de Sérgio Caldieri, Nilo Sergio, Sylvia Moretzsoni, Dante Gastaldoni e Alvaro Brito para a Comissão de Ética. A hora é esta! Chapa 2 na cabeça para quem quer ver o sindicato ser mesmo um sindicato! “, Mário Augusto Jakobskind, jornalista, escritor, integrante do Conselho Curador da EBC e presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

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“Todos os jornalistas têm consciência de que a situação está ruim e de que já passou da hora de nos mobilizarmos para que uma mudança aconteça. Eu apoio a chapa 2 porque acredito que a mudança seja necessária e igualmente possível. Se sindicato é pra lutar, vamos lutar juntos”, Tatiane Barbosa, jornalista do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

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“Queridos,
Relutei um pouco a dar esse depoimento. Tenho amigos em todas as chapas que concorrem ao Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro. Alguns foram meus alunos. Tenho admiração por muitos e respeito por todos. Só o fato de um colega abrir mão da carreira, da família e das horas de lazer para se dedicar à categoria já me impedia de manifestar minha escolha nesse momento tão importante para todos nós. Além de me considerar como Clara dos Anjos, de Lima Barreto: nada nessa vida, ainda mais para indicar ao outro em quem para votar. Quero pedir, sinceramente, perdão a todos os companheiros das outras chapas para anunciar que irei votar na Chapa 2. Acho que se aproxima mais do que eu penso sobre a luta dos trabalhadores, ao embate que a categoria tem pela frente. E declaro meu voto na esperança de que – qualquer que seja o resultado – os jornalistas se unam no objetivo comum de engrandecer a profissão, de fazê-la cumprir o destino que a história nos deu. Na Chapa 2 encontro muitos ex-alunos, como a Paula Mairan, a Cláudia Abreu, Amélia Sabino, o Contente, a Raquel Júnia, o Álvaro Britto e colegas professores da UFF, como o Dante Gastaldoni e a Sylvia Moretzsohn. Na Chapa também está o Nilo Sérgio Gomes, companheiro de tantas lutas sindicais, dos corredores da inesquecível Rádio JB e agora um colega da UFRJ. E sei que os outros, que não citei porque não os conheço, saberão honrar tão boas companhias. Ah, é claro, não dá para esquecer que a Chapa 2 é a do Randolpho de Souza. Só isso é um luxo”, Alceste Pinheiro, jornalista e professor na Universidade Federal Fluminense (UFF)

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“A Chapa 2 é a minha”
“Conheço alguns membros das outras chapas que estão concorrendo para a nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. Conheci parte da diretoria atual e membros de outras chapas ainda quando era estudante de comunicação. Fui estudante pré-sindicalizada e passei a frequentar o sindicato logo no 2º período da faculdade. Vi o sindicato se aproximar dos estudantes e também vi o sindicato se afastar das universidades. Vivi a ausência do sindicato em outras esferas da comunicação profissional: as redações de sindicatos e mídias alternativas. Senti a falta do Sindicato no debate da democratização da comunicação. Vivi e senti a lacuna deixada pela não circulação da revista Lead que o sindicato antes produzia. Uma boa revista com pautas pertinentes eque há muito tempo não sai. Não tenho notícias dela faz tempo. Nunca mais tive um exemplar nas minhas mãos. As que tenho são antigas e algumas estão guardadas até hoje tamanho era o potencial da publicação. Também como estudante de comunicação, vivi uma época em que havia rodas de diálogos, sessões de cinemas, debates, cursos, eventos no sindicato. Mas há muito tempo isso não acontece. Como jornalista formada há quase 3 anos, só recebi visitai dos atuais “diretores” uma única vez quando foram a redação do meu ex-trabalho para fazer uma pesquisa, a mesma que nunca recebi o resultado, os dados, a posição do sindicato sobre o panorama da categoria nas redações alternativas. A sensação que tive à época é de que uma parte da diretoria começou um movimento enfim no meio de tanta paralisia. Só que foi tarde, muito tarde. A sensação foi de que esse movimento morreu na praia. Por isso, escolhi votar e apoiar a Chapa 2 para a diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. Desculpe-me os companheiros das outras chapas, mas a Chapa 2 é a minha cara. São os jornalistas que estão comigo no cotidiano. Repórteres, assessores, jornalistas, comunicadores populares que aprendem e me ensinam muito todos os dias. Por isso, defini meu voto. Estou com a Chapa 2″,  Tatiana Lima,  jornalista, mestranda da UFF e comunicadora popular.

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“Meu apoio para a Chapa 2 e momento de mudança, o mercado mudou e precisamos de um novo sindicato para esta nova etapa do Jornalismo”, Luiz Roberto Lima, fotojornalista freelancer.

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“No Núcleo Piratininga de Comunicação, trabalhamos muito próximos a movimentos sociais e sindicatos e sabemos a importância da organização dos trabalhadores para a garantia de seus direitos e a conquista de muitos outros. Por este motivo, apoio a Chapa 2: Sindicato é para lutar. Para que se invista em relações mais próximas aos trabalhadores e por entender que é necessário propor o diálogo entre comunicadores da chamada “grande imprensa” e aqueles que constroem o discurso contra-hegemônico na imprensa alternativa. Um sindicato diferente, que represente o interesse da categoria como um todo e defenda relações éticas e mais humanas em nossa atuação profissional”, Sheila Jacob, jornalista do Núcleo Piratininga de Comunicação

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“Os jornalistas são (ou deveriam ser) os porta-vozes das injustiças sociais. Mas, não conseguimos fazer algo elementar: defender os nossos direitos. É preciso acabar com as multifunções, as demissões em massa, os salários vergonhosos e as horas extras que viraram rotina. A Chapa 2 vem neste contexto dessas insatisfações. Por isso, apoio e acredito que podemos transformar esta realidade. Vote chapa 2! Sindicato é pra lutar! Uma luta de verdade!”, Viviane Tavares, jornalista da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz

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“Embora sempre estivesse próximo a entidades de classe e sindicatos por causa do trabalho, me aproximei pouco do meu sindicato profissional por não me sentir representado. Foquei minha formação na comunicação organizacional e tudo que chegava a mim focava em grandes redações (cada vez mais escassas no Rio de Janeiro) e minha militância sempre foi voltada para questões de gênero e orientação sexual. No pouco de informação que tinha disponível, o sindicato tratava superficialmente do primeiro assunto e não assumia nenhum tipo de compromisso com o segundo. Conheci a Chapa 2 – Sindicato é pra lutar! por meio da Camila Marins que, desde sempre, vi pautar a carreira e a vida por uma inflexível postura ética. E foi ela, após uma publicação de apoio da chapa ao Dia de Luta contra a Homofobia, que falou sobre a proposta de criação de comissões que tirariam do limbo grupos que têm o assédio como cotidiano em redações, empresas, entidades de classe etc. Essa postura, assumida hoje por pouquíssimos partidos do que restou da esquerda combativa e realmente comprometida com as pautas cidadãs foi sempre o que eu esperei de um sindicato que de fato me representasse. Pra além das questões de gênero e orientação, vejo luta nas propostas. Luta de fato. E se, finalmente, sindicato é pra lutar, contem comigo”, Rodrigo Mariano, jornalista do Clube de Engenharia.

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“Eu acredito que o jornalismo é capaz sim de dar conta da diversidade e das mais diversas formas de expressar o mundo. E é pensando nisso que apoio a Chapa 2, por entender que a liberdade de expressão é um valor importante para a vida de todo ser humano. E como exercê-la de fato sem um sindicato disposto a lutar por sua categoria e pela liberdade desses profissionais? Sindicato é pra lutar por salário digno, respeito ao trabalhador e suas demandas, mas também é para lutar no sentido de garantir a liberdade. Expressar a diversidade é garantir a liberdade! Sindicato é pra lutar!”, Mariana Gomes, jornalista do Clube de Engenharia e mestranda em Cultura e Territorialidades/UFF com o projeto “My pussy é o poder”.

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“Uma série de medidas são necessárias para melhorar a condição do nosso trabalho. Vão da adoção de um piso salarial e fim dos acúmulos de função, a medidas reais contra abusos nas redações e outros lugares de trabalho: estou falando de preconceito, assédio moral e sexual. E contra isso é preciso mais que cartilha ou campanha. É preciso ajuizar denúncias! Além disso, na minha opinião, um sindicato de jornalistas precisa estar disposto a fazer mais que defender os importantes interesses da classe. Acho que comunicação é direito humano e que um sindicato de trabalhadores da comunicação deve ter isso em conta. E, da minha experiência e do que já vi em muitos lugares, no Brasil e outros países, falar de “democratização dos meios de comunicação” também é falar de mais oportunidades de trabalho para os jornalistas profissionais. Por tudo isso, por ter as propostas mais consistentes e muito mais eu vou votar na Chapa 2 – Sindicato é pra Lutar”,  Lívia Duarte, jornalista da ONG Fase e integrante do coletivo de comunicadores da Agência Pulsar

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“Por entender que o sindicato deve atuar na defesa dos trabalhadores, não só nas pautas específicas da categoria, mas nas lutas coletivas da classe. Por entender que este espaço deve ser da pluralidade, da troca de ideias e do fortalecimento da categoria. Por acreditar nas pessoas que estão empenhadas em mudar a atual realidade do nosso Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro. Por essas e por tantas outras lutas que precisamos cotidianamente travar, inclusive nos nossos espaços de trabalho, meu voto é da Chapa 2 – Sindicato É Pra Lutar!”, Silvana Sá – Jornalista da Adufrj-SSind (Seção Sindical dos Docentes da UFRJ)

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“Voto e apoio a chapa dois. Quero meu sindicato lutando, forte, nas redações, na internet, nas ruas, nas faculdades, junto com a multidão. Posso, quem sabe, até errar ao colocar a crase, o ponto, a vírgula. Posso errar na concordância e, no dia seguinte, seção dos erros, tudo se consertar. Não posso e não quero errar, na hora de votar. Simples, vamos concordar: o melhor para o jornalista é a chapa dois. A chapa de luta. A chapa que vai ganhar”, Vilmar Torres, jornalista e assessor parlamentar.

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Revista Vírus Planetário apoia Chapa 2 para o Sindicato d@s jornalistas do Rio de Janeiro!

Este ano, o sindicato d@s Jornalistas do município do Rio de Janeiro recebe a oportunidade de uma renovação, de trazer o ambiente de luta necessário para que os jornalistas possam, outra vez, sonhar. As lutas d@s jornalistas são muitas, nós e todos profissionais da comunicação, enfrentamos a intensa desregulamentação da profissão. Comunicadores por todos os lados acumulam diversas funções e são sobrecarregados. Com as inúmeras demissões, mais e mais jornalistas precisam se submeter à precarização para garantir seus postos de trabalho, por isso lutamos pela regulamentação e garantia de direitos.

O início do desafio se dá já na Universidade, onde temos diversos problemas com nossa formação. A cada dia, temos cursos mais técnicos e pouco teóricos, onde o papel fundamental do comunicador se reduz a reproduzir tarefas. O resultado disso são comunicadores formados exclusivamente para o mercado e que esquecem da função social que a comunicação deve exercer, função expressa inclusive no juramento do jornalista profissional. A Chapa 2 “Sindicato é pra Lutar”, tem em sua formação pessoas que nos mostraram que é possível uma outra forma de comunicar. Professores que nos ensinam na universidade e nos espaços de formação a inovar, comunicadores populares que nos inspiram, colegas estudantes que recém-formados enfrentam com garra os desafios colocados a nossa e a muitas gerações de jornalistas.

Pessoas que nos mostram que outro olhar é possível! Que juntos, possamos garantir que o mundo conheça este olhar. Para o Sindicato d@s Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, a Revista Vírus Planetário apoia e constrói a chapa 2, É Sindicato, é pra lutar!

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“A desvalorização dos jornalistas no Rio é latente, e isso é uma consequência do esvaziamento politico do Sindicato ao longo dos anos. Eu tenho convicção que de a Chapa 2 mudará esse quadro. Eu sou Chapa 2 de carteirinha!. SINDICATO É PARA MUDAR!!!!!!!!!”, Gabriel Bernardo, pesquisador audiovisual e jornalista do Fazendo Média

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“Tenho lido atentamente a todos os posts que aqui são publicados sobre as eleições do nosso sindicato. Antes de mais nada, é bom demais ver o sindicato sendo disputado por quatro diferentes chapas. Mas lendo bem o programa de um, o jornalzinho de outro, prestando atenção nos comentários e vivências dos coleguinhas, de cara eu percebo que algumas destas chapas não são tãooooo diferentes assim. Outra coisa muito importante que observo é que a maioria das pessoas que posta aqui seu voto o justifica por amizade a alguém. O velho discurso “voto na chapa tal porque o fulano é íntegro e eu o conheço muito bem, é um grande amigo”… Gente, amigo a gente chama pra tomar umas na nossa casa, pra colocar o papo em dia na mureta da urca ou comer alguma coisa pela lapa. Eleição de sindicato é coisa séria e a gente precisa olhar sempre pela ótica da política. Tenho amigos queridos em todas as chapas e os respeito muito. Não tenho dúvidas de suas boas intenções. Mas eu realmente creio que a chapa 2 – sindicato é pra lutar tem uma proposta diferenciada das demais porque é composta por gente que já milita no movimento sindical e social faz anos e anos…. Gente que tá acostumada a se indignar e a cobrar por seus direitos. Gente que tem a política no DNA. Gente de luta, que não tem medo de se expor. A chapa 2- sindicato é pra lutar me representa e, mais do que isso, é a certeza de que o sindicato volta a ser dos jornalistas, uma casa atuante e combativa. Esse é meu voto, a minha posição. Mas peço a reflexão de todos, por entender que o momento é muito importante, pois é fato que o sindicato já não nos representa faz muito tempo!!!”, Ilan Wettreich, jornalista freelancer.

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“Apoio a Chapa 2 por ter a certeza de que esses companheiros vão transformar o Sindicato em uma entidade de fato a serviço dos jornalistas cariocas. Votar na chapa Sindicato é Pra Lutar é eleger um futuro melhor. Chega de demissões! Chega de salários aviltantes! Chega de acúmulo de funções! Chega de jornadas extenuantes! Vote Chapa 2 pra mudar essa situação!”,  Lúcia Rodrigues, ex-repórter da Rádio Brasil Atual e da Caros Amigos (São Paulo)

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“Nenhuma outra chapa tem propostas concretas como a nossa! Nenhuma outra chapa representa os interesses dos jornalistas, na condição de trabalhadores! Nenhuma outra chapa agrega a diversidade dos membros e apoiadores da Chapa 2! Enfim, nenhuma outra chapa é quente!”, Daniel Israel, jornalista do Brasil de Fato

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“Eu apoio a Chapa 2 Sindicato é pra lutar de oposição à atual diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio”, Carlos Latuff, cartunista

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“APOIO IRRESTRITO. Manifesto apoio irrestrito à chapa de oposição”, ERNESTO VIANNA, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Rio de Janeiro

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“Sou jornalista e apoio a “Chapa 2 – Sindicato é pra lutar” porque um sindicato tem que ser mais que uma entidade que luta por salários. Precisa ser um instrumento de luta por uma transformação radical na sociedade, uma transformação ética e política e não apenas econômica e corporativa. Por isso, vou me sindicalizar para votar na Chapa 2. Vocês me representam”,  Vitor Fraga, jornalista da OAB-RJ

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“O jornalista precisa lembrar que é trabalhador, se enxergar como trabalhador e não vestir a camisa do patrão. Tenho certeza que a Chapa 2: Sindicato é para lutar vai contribuir para que a gente passe a se ver dessa forma e, então, tenha força para reivindicar e conquistar direitos. Em um plano mais amplo – e tão importante quanto o dos interesses imediatos dos trabalhadores – a chapa que aponta a defesa da democratização da comunicação como forma de fortalecer a luta por uma sociedade igualitária e democrática me representa!”,  Marina Scheneider, jornalista do Núcleo Piratininga de Comunicação

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“Sou jornalista e apoio a Chapa 2. Penso que a luta por direitos e deveres deve ser garantida por quem confia e acredita no próprio empenho. É dever do jornalista “lutar pela liberdade de pensamento e expressão”, é “defender o livre exercício da profissão”, “valorizar, honrar e dignificar a profissão”. Por isso apoio a Chapa 2, porque confio nos nossos coleguinhas que estão à frente de um movimento que representa verdadeiramente a nossa categoria, que busca fortalecer nossos direitos e deveres e que pretende nos reestruturar enquanto trabalhadores. Se não me sentia valorizada, é a partir desta luta que me sentirei honrada por ser jornalista. Sindicato é pra lutar!”, Adriana Martins – Jornalista na Fundação Oswaldo Cruz. 

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“Há cinco anos trabalhando na imprensa sindical, pude perceber que pra conquistar avanços em qualquer categoria, é necessário não só um sindicato que te represente teoricamente, mas na prática também, através de conversas e trocas de idéias sobre o que ocorre de fato nos ambientes de trabalho, para que assim, ocorra a valorização do profissional e a luta contra qualquer tipo de precarização e assédio. Eu apoio a Chapa 2 por acreditar que através da pluralidade de idéias e, da vontade de mudar a dura realidade dos profissionais de comunicação de jornais e assessorias de imprensa, os jornalistas voltarão a enxergar o prazer em discutir e exigir seus direitos à dignidade e valorização do trabalho. Sindicato é pra lutar!”, Caroline Cavassa, assessora de imprensa da Federação Única dos Petroleiros (FUP)

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“Estou aguardando a vitória da Chapa 2 para começar a cobrar de vcs ações, debates, proposta, etc sobre comunicação popular. É urgente que esse importante e reconhecido setor, se sinta representado e amparado pelo sindicato. Estamos juntos!”, Luiz Baltar

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“Paulinha vou me sindicalizar semana que vem para poder votar em vc!!! To fora dessa galera que tomou o sindicato para si e se entrincheirou lá sem nos defender..basta ver a diferença das demissões de O DIA (10X…) e do JT de SP…”, Fabiana Sobral

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“O sindicato dos jornalistas da cidade do Rio de Janeiro está à margem dos principais acontecimentos políticos do país há mais de 16 anos. A diretoria que vinha se reelegendo sempre sob o comando presidente quase vitalício da ARFOC, não resistiu e rachou em três. Apoio a Chapa 2 – Sindicato é pra lutar!  Esta é a oposição de verdade que, tenho certeza, vai transformar a “Quitanda do Jacozinho” em um sindicato para todos os jornalistas. A hora é essa!”, Luiz Carlos Coutinho de Souza, jornalista diagramador aposentado

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Em tempos de Pré-Revolução todo Ato desde sua concepção já é por si só um ato político que tem como premissa despertar na sociedade o sentimento da ação para além da definição da palavra e seu significado. SIN.DI.CA.TO – instrumento de LUTA pela conquista de valorização profissional, melhores salários e condições de trabalho. Em suma, uma agremiação para a defesa comum dos interesses de seus aderentes (instrumento para interesses de classe). SIN.DI.CA.TO, uma palavra que parece ter sofrido um desgaste e perda de sentindo junto a sociedade, uma palavra que vem cada vez mais sendo riscada do dicionário das empresas  que detém uma postura patronal, capitalista, autoritaria e impositora de seus interesses levando as gerações de trabalhadores a esquecer o sentido/sentimento da palavra LUTA e os mecanismos existentes para legitimar uma luta. Entre os mil e um artificios criados pelo empregador dos tempos modernos, mecanismo como o PJ, enfraquecem não só determinadas classes trabalhadora mas toda a cultura de trabalho na sociedade… Na década de 80 as manifestações da sociedade civil, organizada e engajada em amplos movimentos de participação política deu a sociedade brasileira um cenário favorável ao processo de revitalização da sociedade civil que emergiu com a luta pela democratização do Estado e da sociedade. Período marcado por conquistas democráticas e o surgimento de movimentos sociais em diferentes setores na cena pública, fortalecendo os SINDICATOS, e dando visibilidade as demandas populares e a LUTA por direitos sociais. SINDICATO PRA LUTAR – Não apenas por melhor salário, condições de trabalho… Mas pelos direitos sociais, pelas demandas populares, pelo povo que nas ruas engrossa o coro e fortalece as casuas civis que se estendem e refletem as causas e interesses de classe…  SIN.DI.CA.TO visto e praticado apenas enquanto interesses de classe, apaga da memória coletiva, na minha opinião, o sentindo da palavra e sua premissa maior – A LUTA. Afasta do trabalhador a cultura de se sindicalizar por se sentir representado em uma esfera maior de luta por direitos para uma sociedade mais justa e igualitária. Queremos que nossos filhos não fujam a LUTA e que digam: quero me sindicalizar porque este, aquele… sindicato me representa para além da profissão que escolhi… O jornalismo, enquanto mecanismo de comunicação para as massas deve e precisa assumir esse papel junto a sociedade a partir dos seus movimentos, organizado, através de SINDICATO e/ou ações coletivas independentes. Assim pensa este colega, não sindicalizado, sem formação, partidário das causas e interesses da vida humana. Sindicato Pra Lutar por todos, independente de classe e interesses, é o que esperamos da CHAPA 2″, Stefano Figalo, fotógrafo da S/FIGALO Photography – http://www.sfigalo.com

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